• No Peró, em Cabo Frio, moradores reclamam da quantidade de buracos e falta de atendimento da prefeitura.

    Foto Pedro Ferreira



    Moradores e comerciantes do Peró, em Cabo Frio, fizeram vários protestos no fim de semana para reclamar do abandono da Praça do Moinho, a principal área de lazer do bairro. Para evitar acidentes graves, eles colocaram sinalização num buraco que está aberto há dias por falta de manutenção nas duas do bairro, especialmente na Praça do Moinho, onde é grande o movimento de veículos. A comunidade também reclama da desordem na praça.

    Segundo o morador Jorge Ferreira, a origem do buraco é um depósito de gelo instalado no meio da rua. O problema, segundo ele, é antigo e foram em vão os protestos feitos pelos comerciantes e moradores durante a alta temporada. Barracas foram instaladas na praça, nas calçadas, no ponto de ônibus e até nas ruas. Algumas continuam lá.

    -- O problema é que algumas barracas geram este tipo de problema. Está aí o resultado – reclamou Jorge Ferreira.

    A desordem na Praça do Moinho impediu o uso das áreas de estacionamento e a circulação de veículos pesados (ônibus e caminhões de lixo e de carga) na alta temporada. As barracas de lanches também prejudicaram o fornecimento de energia elétrica por causa da sobrecarga no sistema:

    -- Como em outros buracos que existem em Cabo Frio, este foi provocado por uma barraca de gelo que ainda está lá. Cabo Frio continua entregue às traças – protestou Janete Cabral.

    A advogada Beatriz Oruê Arza, também moradora, afirmou que a desordem é de responsabilidade da prefeitura e levantou a hipótese de ajuizar uma ação para obrigar o município a deixar o local em ordem, sob pena de multa. A secretaria de Obras informou que enviará uma equipe ao local hoje para avaliar e solucionar o problema.

    -- Há um ano a Prefeitura levou os bancos da Praça do Moinho para conserto e até hoje não os devolveu. O local tem concreto pontiagudo, na antiga área de patinação, que é um perigo para as crianças. Os jardins também precisam de manutenção – apelou Elias Fernandes, do Espaço Comunidade.

    Os moradores do Peró também pedem a conclusão do projeto que levou pergolados de madeira na interdição do trecho final da Avenida dos Pescadores, ao lado do flat Âncora. O bloqueio foi feito para evitar a circulação de veículos na orla do Peró, agora destinada apenas a pedestres e bicicletas. Faltaram peças de madeira e arborização. Os técnicos responsáveis informaram que faltaram recursos para a conclusão da obra. Garantiram que vão solicitar à Secretaria do Meio Ambiente o plantio de espécies de plantas próprias para o local.

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