• Associação Comercial e Poder Executivo em Búzios irão se reunir para reverter Lockdown. Fechamento compromete empregos no final de ano .




    A associação Comercial e Empresarial de Búzios (ACEB), representando os interesses de seus associados e também de toda a comunidade, reuniu-se, por meio de sua diretoria, com o advogado da instituição para compreender as medidas legais referentes à decisão inesperada às vésperas das festas de final de ano, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (16), que suspende os efeitos do Decreto Municipal 1.533/2020, de 10 de dezembro de 2020, restabelecendo o Decreto 1.366, de 21 de março de 2020, e que obriga o município a retroagir imediatamente com a flexibilização, em relação ao funcionamento e abertura da cidade. 

    Devido ao grande impacto econômico e social que acarretará a intimação feita à Prefeitura de Búzios pelo, A ACEB oficiará nesta quinta-feira (17) os representantes do Poder Executivo e do Judiciário solicitando o posicionamento de ambos sobre a atual situação sanitária do município e quais medidas podem ser realizadas para evitar uma ação tão extrema e que pode acarretar resultados traumáticos a manutenção sócio econômica do município com conseqüências que se estenderão para além deste ano. 

    A ACEB também informa que já está marcada reunião com o prefeito em exercício e sua procuradoria também nesta quinta-feira, e esforça-se para a realização de audiência com o juiz da comarca local no intuito de ouvi-lo sobre as suas motivações e, por meio do diálogo institucional, chegar a uma resolução razoável a todos os setores da sociedade visando sempre o bem comum. 

    Para maior entendimento da situação a decisão judicial em vigor volta a obrigar o fechamento de praias, quadras poliesportivas, estabelecimentos comerciais e hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem. Restaurantes voltam a funcionar somente em sistema de delivery e só está permitido o funcionamento de lojas que prestem serviço essencial, como farmácias, mercados, hortifrutigranjeiros, padarias, lojas de produtos para animais, distribuidoras de gás e água mineral, respeitando a ocupação máxima de 30% de sua capacidade.

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