• VÍDEOS - Suspeito de atirar e matar um homem na Prainha em Arraial do Cabo, é preso pela equipe da 132ª Dp.




    O Núcleo de Homicídios da Delegacia de Arraial do Cabo (132ª DP) prendeu, nesta quarta-feira (14), o traficante que matou um rapaz de 20 anos na orla da Prainha, no dia 26 de setembro. Na ocasião, cinco banhistas ficaram feridos por balas perdidas. As investigações apontam que o crime foi motivado por uma rixa entre facções criminosas rivais. Para prender Fábio da Silva de Melo, conhecido como Fábio da Prainha, de 48 anos, os policiais civis montaram uma operação de inteligência, trabalhando disfarçados e infiltrados nos locais frequentados pelo criminoso.

    Fábio da Prainha teve mandado de prisão temporária expedido pela Justiça na noite desta terça-feira (13), após pedido da delegada Patrícia Aguiar. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. O alvo do ataque foi o traficante Walmir de Souza Goularte Filho, conhecido como Walmirzinho, que já tinha pertencido à mesma facção criminosa de Fábio e mudou da cidade, migrando para o grupo rival. Walmirzinho estava acompanhado de Willian Adriano Sobreira dos Santos, conhecido como Pará, traficante que também mudou para a facção rival. Pará estava armado e reagiu ao ataque. Na troca de tiros, três turistas e dois moradores acabaram sendo atingidos. Walmirzinho foi socorrido, mas morreu no hospital.


    Câmeras de segurança do local do crime registraram o momento em que Fábio chegou à praia na garupa de uma moto, poucos minutos após a chegada do veículo no qual estavam Walmirzinho e Pará. As imagens também mostram a correria durante o tiroteio e, depois, Fábio deixando o local em fuga.

    Um áudio de WhatsApp que circulou pelos grupos de Arraial do Cabo revelou que os traficantes locais ficaram em alerta quando Walmirzinho e Pará, que não estavam mais morando em Arraial do Cabo, chegaram à cidade. No áudio, um criminoso avisa da movimentação dos rivais e convoca que os comparsas “coloquem as motos na pista”.
    Momento em que o elemento chegava na delegacia 



    “Esse crime ocorreu em um sábado à tarde. A praia estava cheia e a ação de Fábio gerou uma tragédia que poderia ter sido ainda pior. Nosso Núcleo de Homicídios agiu rapidamente, dando início imediato às investigações e, em duas semanas, conseguimos identificar todos os envolvidos e elucidar esse homicídio. Para garantir que Fábio fosse capturado sem nenhum tipo de reação que pudesse colocar a vida de mais inocentes em risco, montamos uma operação de inteligência, com policiais à paisana e carros descaracterizados”, disse a delegada Patrícia Aguiar.
    Dra. Patricia Paiva, delegada de Arraial do Cabo . 


    Fábio, que tem várias passagens pela polícia por tráfico de drogas, associação para o tráfico, lesão corporal e ameaça, entre outros crimes, deixou a cadeia em 2018. Os policiais civis estão agora em busca do comparsa de Fábio, que pilotou a moto. Ele também é traficante, tem várias passagens pela polícia e deixou a prisão no início deste ano. O criminoso já foi identificado, mas não teve a identidade revelada. Contra Pará também há um mandado de prisão expedido pela Justiça. Ele é considerado foragido.

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