• Moradores do Peró, em Cabo Frio, querem a reativação da cabine na Praça do Moinho .



    Começou com mais de cem assinaturas a luta dos moradores do Peró para que a Polícia Militar ponha em funcionamento o posto policial no prédio da Praça do Moinho, que está sob responsabilidade da Prefeitura. Em ponto estratégico do bairro, a construção ocupou boa parte da Praça do Moinho, mas só foi ocupada pela PM, durante o Carnaval, há quatro anos. Nos últimos dois anos, o posto foi usado pela Guarda Municipal, que deixou o local há um mês.

    O prédio da Praça do Moinho foi construído nos últimos meses da gestão do então prefeito Marquinho Mendes. Os moradores não foram consultados sobre a ocupação da praça, mas se conformaram com a promessa oficial, com placa a tudo, de que ali seria construído um posto policial “para segurança e melhoria de qualidade de vida” do bairro.

    Mais tarde, a PM, através do 25º BBM, cujo comandante era o tenente-coronel André Henrique, fez uma vistoria e ocupou o prédio por pouco tempo. Com o argumento do efetivo reduzido, o posto foi transformado numa Base Integrada da PM com a Guarda Municipal de Cabo Frio.

    Os moradores mostraram à PM a necessidade de ativar o posto principalmente depois que foi inaugurado o novo acesso ao bairro pela via que liga a Estrada do Guriri à Avenida Marlin. Com este novo caminho, moradores, veranistas e turistas deixaram de usar o antigo, pela Ogiva, onde há um posto fixo do 25º BPM. Alegam também que, com a conquista da Bandeira Azul e novos hotéis, o Peró passou a ter um fluxo grande de turistas, inclusive muitos estrangeiros, até mesmo na baixa temporada.

    A preocupação dos moradores aumentou depois que a Guarda Municipal deixou a cabine. O secretário de Segurança, Jorge Marge, disse numa entrevista que o Peró conta com um carro da Guarda Municipal que faz rondas, com quatro agentes, mas os moradores alegam que não vêem este carro e que é preciso policiamento, principalmente à noite, na praça e na zona turística, na orla. O abaixo-assinado será encaminhado ao comandante da Polícia Militar, coronel Rogério Figueiredo de Lacerda.

    -- Os moradores querem ver ativado o posto da PM ou que ao menos seja transformado num ponto de apoio do 25º BPM. Caso contrário, que o prédio seja derrubado e devolvido o espaço que foi tirado da praça -- apelou o morador Marcelo Henrique da Silva.



    Um comentário:

    1. N era nem pra ter sido fechado,n temos nenhuma segurança em Pero,é esquecido pelos governantes,querem turismo mais n querem cuidar...PERO ABANDONADO

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