• Com fim da greve e início dos pagamentos, Secretaria de Educação planeja volta às aulas em Cabo Frio

    Em menos de um mês, muita coisa já foi feita. Com o fim da greve dos professores e o início do pagamento dos salários atrasados pela gestão anterior, a Secretaria de Educação está organizando a volta às aulas em Cabo Frio. Das 90 escolas da rede municipal de ensino, 70 irão receber alunos a partir do dia 1º de fevereiro para o fechamento do ano letivo de 2016. O ano letivo de 2017 terá início em toda a rede no dia 24 de abril.


    Nos primeiros dias do novo governo, o foco era resolver a situação dos salários atrasados. Para isso, várias reuniões foram realizadas entre a secretária de Educação, Laura Barreto, o secretário de Fazenda, Clésio Guimarães, o secretário de Administração, Deodoro Azevedo, o próprio prefeito Marquinho Mendes e o sindicato da categoria. Com o estabelecimento de um calendário de pagamento, os profissionais da educação encerraram a greve que durava 7 meses e o trabalho passou a ser no sentido de organizar as unidades escolares. A dívida com os salários atrasados da categoria somam R$ 45 milhões. 

    "Conto com uma equipe maravilhosa e técnicos competentes estão me apoiando. Sabemos que as pessoas estão no seu limite, os diretores estão cansados, algumas pessoas ficaram doentes e passaram necessidades pela falta do dinheiro. Mas hoje nós estamos aqui para fazer o resgate da educação", pondera a secretária de Educação, Laura Barreto.

    A secretária explica ainda que o calendário de matriculas será divulgado em breve. Para ela, apesar das dificuldades a diferença do novo governo para a antiga gestão já pode ser notada pela comunidade escolar.

    "Nós não estamos começando do zero, mas sim do negativo, porque encontramos uma Secretaria destruída, cheia de dívidas e as escolas sem condições de receber os alunos. Nós prometemos dar o nosso melhor, mas preciso da ajuda de todos. Preciso que o aluno não rabisque suas carteiras, não piche as paredes, não destrua a estrutura da escola, que é pública. É preciso entender que o público é nosso. São os nossos impostos. Tenham certeza que todos os setores da Educação e da Prefeitura como um todo estão empenhados e vislumbrando 'um novo tempo' que, aliás, já começou", completa Laura.

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